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Paróquia da Lombada

55 anos a caminhar com Maria

Vida Paroquial de 19 de agosto a 3 de setembro de 2017

Padre Carlos Almada o novo sacerdote da Diocese

Carlos, apascenta as minhas ovelhas!
Esta exclamação de Jesus, originalmente não era dirigida a mim, mas hoje posso transpô-la para a minha vida, como se para mim ela se tratasse. Depois de dizer ao Senhor que o queria seguir, e concretamente, consagrar-me a Ele, agora pede-me que apascente as suas ovelhas. Estes dez anos enquanto discípulo atrás do mestre, foram anos de aprendizagem do que é ter um coração semelhante ao de Jesus. Estou consciente de que ainda não o tenho. Ainda tenho muito que aprender. Assim como a mim, Jesus continua a chamar jovens para a sua messe. Ele quer jovens disponíveis para a esta grande missão: batizar, anunciar a palavra, consagrar o pão, abençoar, perdoar, e levantar os caídos. Ele continua a chamar, mas muitos não escutam, outros, têm medo de responder. Eu também tive, mas o Senhor conduziu-me por bons caminhos! Entrei no Seminário tinha 15 anos, nesta altura não sabia se Deus queria que eu fosse padre. Mas quando decide entrar, lembro-me que tinha muita vontade em estar naquela casa, no Seminário Diocesano do Funchal. Lá descobri a oração, uma vida com Jesus, que aos poucos foi pondo ordem na minha vida. Ao deixar-me disponível para perceber se a minha vontade coincidia com a vontade de Jesus, experimentei que a minha vida seria mais vida, quando gasta no que realmente interessa. Assim, renovo agora o meu SIM ao Senhor, deixando a certeza de que quero ser presença de Jesus para todos aqueles que me rodearem! Quando Jesus entra na nossa vida, e isto só acontece se nós deixarmos, Ele transforma-nos!

Caros amigos, Ele bate à tua porta, deixa que fique hoje em tua casa!

Conto com a vossa oração!

Diácono Carlos Almada
In http://www.diocesedofunchal.com
e na semente nº 37

Vida Paroquial de 6 de agosto a 3 de setembro de 2017

A Semente/Rádio- 23º Programa

A Semente – interrupção para férias

A Semente nº 37

Para aceder ao boletim carregue neste link.

Utopia?

Hoje ocorreu-se-me escrever sobre “Política”. Não vou escrever sobre partidos políticos, nem tão pouco sobre ideologias. Vou deixar-vos apenas aquilo que eu gostaria que fosse um político. Em 2013, num encontro com crianças e jovens de escolas e movimentos Jesuítas, no Vaticano, o Papa Francisco afirmou: «Envolver-se na política é uma obrigação para um cristão». Até esse momento nunca tinha pensado associar cristãos com política, mas fiquei a pensar no assunto. Tal como cada um de nós organiza a sua casa, de forma a construir um espaço onde cada um trabalhe para o bem comum, e se sinta realizado, assim o político deveria também ser o defensor do bem comum daqueles que lhe são confiados. Aquele que assume um cargo político deveria possuir qualidades morais e de competência, que lhe permitissem que as suas decisões fossem tomadas tendo por base, não as suas vontades ou interesses, mas sim que foi eleito para organizar uma “casa comum”, que precisa de regras bem delineadas, para que seja funcional. O seu objetivo principal deveria ser colocar os interesses dos que lhe foram confiados à frente dos seus próprios interesses. Uma casa onde cada um apenas pensa em si, no seu bem-estar e no seu sucesso pessoal estagna, levando muitas vezes à sua “falência”…
Como gostaria que um político visse a sua profissão? Como uma vocação, como um talento que lhe foi dado e que poria ao serviço dos outros… Utilizando as palavras do Papa Francisco: que fossem «homens e mulheres com os outros e para os outros, verdadeiros campeões no serviço aos outros».
Ser político deveria ser uma das mais nobres profissões porque quem a exercesse assumiria a responsabilidade de cuidar, em primeiro lugar, de todos aqueles que lhe foram confiados…
Decidi intitular o texto de “Utopia?”, isto é, “sonho, ilusão?”. A palavra poderá significar: “civilização ideal”.
Fica a questão: Poderemos, nós cristãos, tornar essa utopia real?
Desejo-vos uma boa semana!

Ana Paula Jardim – Paróquia da Lombada
in a semente nº 36


Vida Paroquial de 30 de julho a 6 de agosto de 2017

A Semente/Rádio- 22º Programa

A Semente nº 36

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Acção Católica Rural (ACR)

Segundo os estatutos, recentemente aprovados pela Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), a ACR é um Movimento de Apostolado de Leigos, estruturado em conformidade com a atual disciplina das associações de fiéis, na Igreja. A ACR dedica-se, organizadamente, à evangelização, inspirada pelos valores do Meio Rural, de acordo com a visão cristã e os ideais da religião católica. O Meio Rural define-se pelo espaço geográfico habitado por pessoas que, embora ligadas a várias atividades profissionais, são influenciadas pelo ambiente agrícola e pelos seus valores. A ACR tem como método a Revisão de Vida: Ver, Julgar, Agir. VER o que nos rodeia, JULGAR segundo a Palavra de Deus e os Documentos da Igreja, AGIR para melhorar o que encontrámos. A ACR está em dezasseis Dioceses do país entre as quais a nossa Diocese do Funchal, com grupos de crianças, adolescentes, jovens e adultos. A Revista “Mundo Rural” é o órgão oficial de comunicação da ACR e pretende ser o espelho da vida do Movimento. «Hoje, a ACR, como já vem fazendo, tem um papel crucial, na escuta atenta dos problemas e aspirações do nosso tempo, de crise económica e de valores morais e espirituais. Vivemos uma situação de emergência social, familiar e religiosa. Com o Papa Francisco, temos de dar razões da nossa Fé e nos mobilizarmos, e anunciar ao mundo que Jesus Cristo, o Senhor, é CAMINHO, VERDADE E VIDA» refere Teresinha Santos, militante da ACR da Ponta do Sol. No recente discurso aos participantes do congresso do Foro Internacional da Acção Católica o Papa Francisco lembra-nos: «Os membros da Acção Católica são todos dinamicamente missionários. As crianças evangelizam as crianças, os jovens os jovens, os adultos os adultos, e assim por diante. Nada melhor que um semelhante para mostrar que é possível viver a alegria da fé».

José Manuel Gouveia – Paróquia da Lombada
Membro da Equipa Nacional e Regional da ACR
in a semente nº 35

Vida Paroquial de 23 a 30 de julho de 2017

A Semente/Rádio- 21º Programa

A Semente nº 35

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Que espécie de “terreno” sou eu?…

Nesta semana Jesus conta-nos uma bela história, conhecida pela “Parábola do Semeador”. E quando nos propomos fazer uma reflexão sobre o conteúdo da história é perturbador notar que a mesma semente foi plantada em cada tipo de terreno e os resultados foram diferentes: a mesma Palavra de Deus pode ser plantada nos nossos dias mas os frutos são determinados pelo nosso coração. Podemos receber a Palavra de Deus de várias formas: quando participamos na Eucaristia, quando pegamos na Bíblia e meditamos sobre um texto, quando levamos o boletim “a semente” e o lemos, quando, no silêncio, falamos com Deus e O escutamos com o coração… No entanto, existem à nossa volta grandes tentações a fazer com que os interesses mundanos dominem a nossa vida e não permitam que esta palavra produza raízes e dê frutos. Por vezes falta-nos a Fé que não deixa crescer o Evangelho nas nossas vidas, “aos cem, aos sessenta e aos trinta”… É urgente transformar o nosso “terreno” para deixar que Deus entre no nosso coração e produza sementes férteis e assim, tal como a Mariza, possamos cantar:
Hoje, a semente que dorme na terra
E se esconde no escuro que encerra
Amanhã nascerá uma flor.
Para, todos juntos, sermos as flores do jardim de Deus!
Proponho a cada um a resposta à questão…
Que espécie de “terreno” sou eu?…

Teresa Mata – Paróquia de Gaula
in a semente nº 34

Vida Paroquial de 16 a 23 de julho de 2017

A Semente/Rádio- 20º Programa

A Semente nº 34

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«Solidários com as vítimas dos incêndios»

Reunidos em Fátima, nas Jornadas Pastorais e em Assembleia Plenária extraordinária, nós, os Bispos portugueses, acompanhamos com dor, preocupação solidária e oração a dramática situação dos incêndios que provocaram numerosas vítimas e que estão a causar enorme devastação no país. Partilhamos, antes de mais, a dor dos que choram os seus familiares e amigos que perderam a vida, pedindo a Deus que os acolha junto de Si. Manifestamos igualmente o nosso reconhecimento e apoio aos bombeiros, às organizações de socorro e aos numerosos voluntários, nacionais e estrangeiros, que envidam todos os esforços para salvar vidas, minorar danos e evitar a perda de pessoas e de bens, mesmo à custa de canseiras e riscos pessoais. Na sequência do que afirmámos na Nota Pastoral de 27 de abril de 2017 «Cuidar da casa comum -prevenir e evitar os incêndios», estamos conscientes da necessidade de medidas mais preventivas, concretas e concertadas sobre esta calamidade que todos os anos atinge o nosso país. Neste momento, porém, em cada uma das nossas Igrejas diocesanas, sentimo-nos próximos e comprometidos com a situação dramática dos que sofrem. A partir das nossas comunidades cristãs, das Cáritas Diocesanas e da Cáritas Portuguesa, e de outras instituições eclesiais, participamos no esforço de acudir às vítimas, providenciar meios de primeira necessidade e colaborar no ressurgir da esperança, da solidariedade e do alento para reconstruir a vida e o futuro.

Mensagem da Conferência Episcopal Portuguesa
in a semente nº 33

 

Peditório a favor das vítimas dos incêndios

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