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Paróquia da Lombada

58 anos a caminhar com Maria

Vida Paroquial de 14 a 21 de outubro de 2018

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«Outubro: Mês do Rosário e das Missões!…»

Estamos num mês rico e denso em significado humano e espiritual. Celebramos a Senhora do Rosário e a vivência do mês das Missões com a celebração do Dia Mundial das Missões, no domingo 21 de outubro. O desafio que o Papa Francisco nos propõe é “refletir sobre a missão que Jesus nos confiou”. Temos certamente motivos para envolver-nos nesta torrente de espiritualidade eclesial, pois há sempre algo de melhor a alcançar em cada um de nós: “Eu sou uma missão nesta terra, e para isso estou neste mundo” (Papa Francisco, Exort. ap. Evangelii gaudium, 273). Entre nós é costume rezar-se o terço a Nossa Senhora do Rosário, colocando no mesmo a oração pelas missões, pelos missionários e pelas vocações juvenis. Os jovens são como as flores num jardim que precisam de ser cuidadas. Numa época em que se fala de “cuidadores” para os idosos, urge também falar em “cuidadores de jovens”: pais, avós, catequistas, professores e sacerdotes! Os próprios jovens são também cuidadores se testemunham e vivem os valores e a fé!
Neste mês em que decorre o Sínodo dedicado aos jovens, rezemos a Maria, nossa mãe, para que cada um se torne missionário cada vez mais apaixonado por Jesus e pela sua missão, até aos confins da terra .

Teresa Mata – Paróquia de Gaula
in a semente nº 82

A Semente/Rádio- 68º Programa

a semente nº 82

Ser Cristão, viver em Missão – Ano Pastoral 2018-2019

Eucaristia e Procissão das velas – 12 de outubro

Vida Paroquial de 7 a 14 de outubro de 2018

a sementinha nº 8

Ser Cristão, viver em Missão

Teve lugar no dia 29 de setembro, no Convento de Santa Clara, a Assembleia das Direções dos Secretariados, Movimentos e Obras Laicais presidida pelo Bispo do Funchal, D. António Carrilho. Sobre o novo Ano Pastoral e o seu tema – Ser Cristão, Viver em Missão – o prelado fez questão de referir que esta vai ser, “uma excelente oportunidade pastoral para reanimar o espírito missionário na nossa Diocese, nas diversas paróquias, comunidades e grupos, dos adultos aos jovens e crianças, e numa maior abertura à Igreja Universal”. De resto, prosseguiu, “ninguém pode ficar de fora nesta caminhada comum de redescobrir e viver a beleza da nossa vocação batismal e a alegria de testemunhar Cristo no mundo.” Afinal, “ser batizado é sempre e ao mesmo tempo uma exigência de viver a fé e a consciência de ser enviado em missão”. D. António fez ainda questão de frisar que o programa pastoral delineado, “não deixa de respeitar aquilo que é próprio, que é específico, de cada um dos movimentos, cada uma das obras, cada um dos secretariados”. Antes pelo contrário. O contributo de todos, com iniciativas e atividades só irá tornar ainda mais rico o programa pastoral proposto, tendo o prelado desejado já “os melhores êxitos espirituais para a atividade de todos e de cada um ao longo deste ano”. O bispo diocesano disse ainda que quando se fala em ano missionário a tendência é para pensarmos naqueles que partem em missão. No entanto, é preciso pensar que essa missão pode e deve ser cá dentro. Aliás, sublinhou D. António, “há muito que fazer entre nós e a missão tem de ser realizada a partir do lugar em que cada um de nós se encontra”.

in http://www.jornaldamadeira.com
semente nº 81

A Semente/Rádio- 67º Programa

a semente nº 81

Compromisso dos catequistas

Abertura da Catequese e compromisso dos catequistas!
Boa Missão!
30.09.2018

 

Programa Pastoral Diocesano 2018/2019 – Ser Cristão, Viver em Missão

MENSAGEM DO BISPO DO FUNCHAL

D. ANTÓNIO JOSÉ CAVACO CARRILHO

Ser Cristão, Viver em Missão

O Santo Padre, o Papa Francisco, desafiou toda a Igreja a viver um Mês Missionário Extraordinário, em outubro de 2019, tendo como objetivo despertar para uma maior consciência da missão e retomar com novo impulso a transformação missionária da vida e da pastoral. Acolhendo a proposta do Papa, os Bispos da Conferência Episcopal Portuguesa alargaram esse desafio, para que toda a Igreja portuguesa possa viver, de outubro de 2018 a outubro de 2019, um Ano Missionário. Entre nós, este ano coincide com os 600 anos dos descobrimentos da ilha da Madeira e do Porto Santo, comemoração que celebra um passo importante do nosso contributo na missão de anunciar o Evangelho.

Em caminhada para o próximo Sínodo dos Bispos (Roma, outubro 2018), a nossa Diocese procurou viver um ano pastoral centrado na maior atenção aos jovens, com o tema “Diocese do Funchal: Igreja jovem com os jovens”, um ano que ficará sempre como desafio para a Igreja e para os jovens, tomando em atenção, as conclusões, orientações e demais frutos do Sínodo. Continuaremos, agora, a nossa caminhada, neste ano pastoral de 2018/2019, correspondendo ao desafio do Papa Francisco e da Conferência Episcopal Portuguesa, centrando a nossa ação pastoral num ano especialmente dedicado à Missão.

Trata-se, sem dúvida, de uma excelente oportunidade pastoral para reanimar o espírito missionário na nossa Diocese, nas diversas paróquias, comunidades e grupos, dos adultos aos jovens e crianças, e numa maior abertura à Igreja Universal. Ninguém pode ficar de fora nesta caminhada comum de redescobrir e viver a beleza da nossa vocação batismal e a alegria de testemunhar Cristo no mundo. Ser batizado é sempre e ao mesmo tempo uma exigência de viver a fé e a consciência de ser enviado em missão.

A Igreja do Funchal quer associar-se, de todo o coração, ao Santo Padre e aos Bispos em comunhão com ele, dispersos por todo o mundo, empenhando-se na renovação da vida pastoral, através de um programa que se propõe colocar o sentido da missão em todas as nossas iniciativas, numa verdadeira Igreja “em saída” e em “estado permanente de missão”, como nos diz o Papa Francisco, e sempre numa dinâmica de conversão pastoral, onde a opção missionária esteja presente como alma da vida da Igreja (Alegria do Evangelho, 27).

Devemos, pois, em Igreja, aceitar o grande desafio que o Papa coloca a cada um de nós: “Convido todos a serem ousados e criativos nesta tarefa de repensar os objetivos, as estruturas, o estilo e os métodos evangelizadores das respetivas comunidades” (AE, 33). Trata-se de colocar a Missão de Jesus no coração da própria Igreja, transformando-a em critério para medir a eficácia das estruturas, os resultados do trabalho, o empenho dos seus ministros e a alegria que são capazes de suscitar, porque sem alegria não se atrai ninguém (Cf. Nota da CEP, Todos, tudo e sempre em Missão).

A Igreja nasce da Missão e não pode entender-se nem realizar-se sem anunciar o Evangelho, sem cumprir o mandamento do Senhor aos Apóstolos: “Ide e anunciai…”. Devemos anunciar a Boa Nova de Jesus Cristo com todo o coração, com alegria e, acima de tudo, através do testemunho da própria vida.

A presente proposta de Programa Pastoral não quer menosprezar a identidade própria e o programa específico dos secretariados diocesanos, arciprestados e paróquias, institutos de vida consagrada, grupos e movimentos apostólicos, mas pretende, isso sim, inspirar, apoiar, potenciar e integrar a nossa ação pastoral num projeto conjunto de Igreja, gerando verdadeiros dinamismos de unidade e maior eficácia pastoral. As linhas e objetivos pastorais, que a seguir se apresentam, resultam da reflexão, discernimento e partilha, realizados em diversos momentos e âmbitos da Igreja diocesana.

Que Maria, Mãe de Jesus e nossa Mãe, seja para todos nós modelo d’Aquela que é Feliz, porque acreditou e porque levou apressadamente a feliz notícia de transportar Jesus no seu seio e servir com generosidade. Possa a Igreja Diocesana ir “apressadamente”, com entusiasmo crescente, a todos os corações e lugares, anunciando e dando Deus, que é a alegria e a salvação do mundo. Que Maria, Mãe de Deus, nos abençoe, nos faça viver como bons cristãos e nos ajude a viver sempre em missão. É o nosso lema: “Ser Cristão, Viver em Missão”.

Funchal, 29 de setembro de 2018

† António Carrilho, Bispo do Funchal

Vida Paroquial de 2 de setembro a 7 de outubro de 2018

Nossa Senhora da Luz. A iconografia e a fé.

Todos os dias, somos chamados a contemplar um conjunto de imagens que nos rodeiam e representam algo que transcende a realidade que elas mesmas nos querem transmitir. Colocando o nosso olhar na imagem de Nossa Senhora da Luz, somos chamados a contemplar o mistério mais profundo, daquela que assume a maternidade de Jesus e n´Ele assume a maternidade de toda a humanidade que a aclama como Bem aventurada entre todas as gerações. Hoje, torna-se urgente clarificar o sentido das imagens e da iconografia que nos são oferecidas. Quando detemos o olhar na imagem da Senhora da Luz, contemplamos o rosto materno de uma mulher simples. Nunca nenhuma representação iconográfica conseguirá representar a beleza do rosto daquela que deu à luz o Salvador do mundo. As imagens são um apoio à nossa fé. Porém, temos de ter consciência que a nossa fé não pode estar dependente das imagens. Aquilo em que cremos transcende o que as imagens nos transmitem. Olhar para Maria Santíssima, é escutar a Palavra de Deus, seguindo o exemplo que ela mesma nos transmite, de humildade e de docilidade ao Evangelho que nela se fez carne. Crer em Maria é crer no Filho. Assim, quando a ela recorremos, pedindo a sua intercessão ou uma graça, não nos fixemos apenas na imagem que os nossos olhos contemplam, mas sejamos capazes de acolher como ela os ensinamentos de Cristo e tenhamos a capacidade de responder todos os dias, como ela: Faça-se em mim segundo a Tua Palavra. De mãos abertas, Maria, a Senhora da Luz, está sempre pronta a acolher-nos no seu colo materno e a conduzir as nossas intenções ao Pai, intercedendo por nós. Nela contemplamos a Rainha ornada com o ouro de Ofir. Porém, temos de ter presente que tudo aquilo que os nossos olhos vêem em Nossa Senhora, não são meros objectos para engalanar a imagem, mas, são sim, lágrimas choradas de gratidão e reconhecimento de graças alcançadas pela interseção de Nossa Senhora.

Maria, Rainha e Senhora da Luz, iluminai a nossa alma, pelos caminhos do bem.

Sérgio Fernandes – Paróquia da Lombada
in a semente nº 80

A Semente/Rádio- 66º Programa

a semente nº 80

Vida Paroquial de 5 de agosto a 2 de setembro de 2018

Que queres que eu faça?

Eis que chegou o verão, e com ele as habituais festas da paróquia. Se ao longo do ano somos chamados a ajudar no sustento e organização corrente da vida paroquial, nesta altura é solicitado um apoio suplementar. Sabemos que existem várias formas de contribuir e cada um o faz segundo as suas capacidades: monetariamente, em géneros, com o seu trabalho ou até nestas três formas, os que são mais dedicados e assim podem. Porque o fazemos e com que objetivo só cada um de nós o sabe. O ideal é colocarmos os nossos dons e capacidades à disposição de Deus e da Sua obra, da maneira mais simples: Senhor, estou aqui! Que queres que eu faça? A resposta surge-nos das formas mais variadas: um pedido direto, uma necessidade que detetamos. Se queremos contribuir há sempre uma forma, dentro deste espírito: saber o que é preciso dar, não o que eu quero dar. Depois, há o comportamento menos cristão: comparar o que damos com o que outro deu (só o próprio sabe o que lhe custou), querermos seguir a utilização do que demos como se continuasse a ser nosso (devem ser apresentadas contas da utilização dos donativos mas não especificamente do que deu A ou B), esperarmos reconhecimento público (que sabe bem mas não é obrigatório). As nossas contas devem ser feitas ao fim do dia com Deus, que tanto agradece ao que limpou toda a igreja como ao que apenas retirou um mato. Só Ele entende a dedicação e intenção de cada um dos nossos atos. E no dia seguinte, colocados a zero os contadores de boas ações e contribuições, começarmos novamente com a pergunta: Senhor, eis-me aqui! Que queres que eu faça?

Alberto Gomes – Paróquia de Gaula
in a semente nº 79

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