C. Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
R. Ámen.
C. Da Quaresma à Páscoa, caminhemos com Maria.
R. Maria, guiai a nossa família, pelas fontes da alegria!

Depois do símbolo da água, no encontro com a samaritana, nesta quarta semana deixemo-nos iluminar por Jesus, Luz do mundo. Quando essa Luz nos ilumina, enche o nosso coração de Luz e começamos a ver Jesus e a ver como Jesus vê. Do longo encontro do cego com Jesus, escutemos a seguinte passagem:

Do Evangelho segundo São João (9,1-7)
“Naquele tempo, Jesus encontrou no seu caminho um cego de nascença. E disse aos discípulos: «Enquanto Eu estou no mundo, sou a luz do mundo». Dito isto, cuspiu em terra, fez com a saliva um pouco de lodo e ungiu os olhos do cego. Depois disse-lhe: «Vai lavar-te à piscina de Siloé»; Siloé quer dizer «Enviado». Ele foi, lavou-se e ficou a ver”.

O Evangelho da cura do cego de nascença (João 9, 1-40) ajuda-nos a meditar no nosso Batismo, como sacramento da Iluminação, pelo qual nos tornámos filhos da luz. O Papa Francisco sublinha, na Encíclica Lumen Fidei, que com a luz da fé, alcançamos uma nova visão, “em que os nossos olhos se habituam a ver em profundidade”. Por isso, a fonte da alegria a que devemos acorrer, nesta semana, é a CONTEMPLAÇÃO.

No Catecismo da Igreja Católica podemos ler que “A contemplação é o olhar da fé, fixado em Jesus. «Eu olho para Ele e Ele olha para mim». A luz do olhar de Jesus ilumina os olhos do nosso coração; ensina-nos a ver tudo à luz da sua verdade e da sua compaixão para com todos os homens”.

Em Fátima, os Pastorinhos viam sair a «luz de Deus» como um reflexo, das mãos de Maria. O Pastorinho Francisco tinha um coração contemplativo, a ponto de exclamar: “Nós estávamos a arder naquela luz que é Deus e não nos queimávamos“.

Com um olhar contemplativo, acendamos uma vela (pode ser a vela do batismo) e rezemos juntos.

Pai Nosso
10 Avé Marias
Glória   

C. Maria, Mãe da Luz.
R. Guiai a nossa família, pelas fontes da alegria!

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