No passado dia 7 de abril, um grupo de seis acólitos e três elementos da Paróquia da Lombada, rumaram com destino a Paris. A concretização deste sonho só foi possível graças ao empenho dos acólitos e dos seus pais, à colaboração dos paroquianos da Paróquia da Lombada através da aquisição de alguns bens no “Bar dos Acólitos”, ao Sr. Padre Hélder pela divulgação das atividades dos acólitos e dos seus objetivos e à boa vontade do Sr. Padre Anastácio que nos recebeu em sua casa, libertando-nos da grande despesa que seria o alojamento na cidade de Paris. A todos eles um bem-haja!

A nossa aventura iniciou-se com a partida para o Porto.

A boa disposição não faltou.

Manhã do primeiro dia: compras de mantimentos – mercado.

Visita ao Pantthéon – A sua fachada é cópia do Panthéon d’Agrippa de Roma.

Porque a cultura faz parte do crescimento e é importante fornecer meios aos jovens para que se tornem pessoas com conhecimento, fomos visitar o Panteão de Paris. Neste edifício aproveitamos para relembrar o nome de alguns homens e mulheres que morreram pela França, em particular: Santa Joana D´Arc – mártire de França, Victor Hugo – escritor de várias obras nomeadamente o corcunda de Notre-Dame, adaptada pela Disney como conto infantil; Antoine de Saint Exupéry – escritor de O Principezinho, conto conhecido por muito dos nossos jovens.

Após a visita ao monumento subimos 206 degraus para visitar a cúpula deste edifício e depararmo-nos com uma vista magnífica, de 360º, da cidade de Paris.

Passeio pelos jardins Luxembourg – Lindos jardins ornamentados com tulipas de múltiplas cores.

Como grupo de acólitos que são, não poderiam deixar de participar na Eucaristia, por isso estiveram presentes na missa vespertina da Bênção dos Ramos, que se realizou na Igreja onde o Sr. Padre Anastácio é pároco, e onde conviveram com outros acólitos dessa paróquia.

Dia 9 – Basílica de Sacré Coeur, Catedral de Notre-Dame, Campos Elísios e Arco do Triunfo

A Basílica de Sacré Coeur, construída num mármore que lhe dá uma tonalidade branca, está localizada no topo do Monte Martre, o ponto mais alto da cidade.

A Catedral de Notre-Dame é uma das catedrais góticas mais antigas do mundo. Esta Catedral, com as suas gárgulas, serviu de palco à história já referida anteriormente: o corcunda de Notre-Dame. Na lateral desta Catedral encontra-se uma estátua do Papa João Paulo II.

Passeio pelos Campos Elísios e visita a um dos mais emblemáticos monumentos de Paris: O Arco do Triunfo.

Dia 10 – Museu do Louvre, Igreja de Saint-Sulpice, Torre Eiffel

Após mais de uma hora numa grande fila à volta da Grande Pirâmide do Louvre, lá conseguimos entrar no Museu.

Visitámos algumas alas do museu e vimos algumas das obras-primas que lá se encontram. Estivemos junto de uma das mais famosas pinturas de Leonardo da Vinci – a Mona Lisa.

Paramos junto de duas outras belas pinturas do mesmo artista: o quadro de Santa Ana, a Virgem e o Menino Jesus brincando com um cordeiro e o quadro de São João Batista.

Na mesma sala do quadro da Mona Lisa, encontra-se o maior quadro do Louvre (6,60×9,90 metros): As Bodas de Canaã.

Também passamos por várias esculturas em particular a conhecida Vênus de Milo.

Após o Louvre almoçamos nos seus jardins e passeamos pelo Jardim de Tulipas – Jardin des Tuileries.

Igreja de Saint-Sulpice – a igreja das torres desiguais – Palco de uma outra história: O Código da Vinci. Uma das particularidades desta igreja é possuir no seu interior um gigantesco relógio de sol. Uma coluna, gnómon, que marca a hora do dia projetando a sua sombra no solo sobre uma linha de latão, que fornecia informação importante para o agendamento da data da Páscoa.  Devido a estas características a igreja foi salva de ser destruída na época da Revolução Francesa.

Embora longe da nossa capela não poderíamos deixar de referir que encontramos nesta igreja duas referências a São Pedro, uma estátua e um vitral.

Depois de a avistar cada vez mais perto, eis que chegamos junto da Torre Eiffel!

Esta torre foi construída para a Exposição Universal de 1889 e inicialmente seria uma estrutura temporária. O seu período de vida seria de 20 anos. Após estes vinte anos, e para evitar que a torre fosse destruída, Gustave Eiffel empenhou-se na defesa da importância da torre para a França. A colocação de uma antena de rádio que permitia as comunicações militares, e posteriormente as comunicações telegráficas permanentes, salvou esta torre de ser destruída.

À noite a torre torna-se mais bela!

Dia 11 – Disney Paris. Voltamos a ser crianças!

Deixamos aqui algumas imagens da passagem por este lugar mágico, onde mesmo um adulto volta a ser criança!

Texto de Ana Paula Jardim
Coordenadora dos Acólitos da Paróquia da Lombada

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