As Conferências Vicentinas ou Sociedade de São Vicente de Paulo  é um movimento católico internacional de leigos, fundado em 23 de Abril de 1833 por Frederico Ozanam e seus companheiros. Este movimento inspira-se no pensamento e na obra do santo Vicente de Paulo procurando aliviar os sofrimentos do próximo através do trabalho coordenado dos seus membros. Inspirado por seu amor a Deus e aos pobres, Vicente de Paulo foi o criador de muitas obras de amor e caridade e a sua vida é uma história de doação aos irmãos pobres e de amor a Deus.

SER VICENTINO é seguir Jesus Cristo servindo aqueles que precisam e, desta forma, dar testemunho do seu amor libertador, cheio de ternura e compaixão. A acção vicentina procura oferecer qualquer forma de ajuda, por contacto pessoal, no sentido de aliviar o sofrimento e promover a dignidade e a integridade da pessoa humana sem fazer qualquer tipo de distinção porque todo o homem e mulher é irmão ou irmã de cada vicentino. A Sociedade de São Vicente de Paulo (SSVP) procura mitigar a miséria, mas também descobrir e remediar as situações que a geram. Por isso, ela esforça-se por atacar os efeitos da pobreza, em primeiro lugar, mas não deixa de estar comprometida com a descoberta das causas da pobreza.

Conferências de São Vicente de Paulo em Portugal
A Primeira Conferência portuguesa foi fundada na Igreja de São Luís dos Franceses (que tinha como superior o Padre Emílio Eugénio Miel), em Lisboa, no dia 27 de Setembro de 1859. Por ser a primeira, chamou-se-lhe, apenas, Conferência de Lisboa.

LogotipoConferência Feminina
No dia 23 de Agosto 1961 foi fundada na nova paróquia da Lombada uma Conferência Feminina de São Vicente de Paulo. Foram nomeadas para os cargos de presidente, secretária e tesoureira as confrades Maria Teixeira, Carlota Gouveia e Leolinda Teixeira.

Conferência Masculina
No dia 13 de Agosto de 1961, na sacristia da Capela de São Pedro, reuniram-se pela primeira vez os confrades de São Vicente de Paulo. Foram nomeados para os cargos de presidente, secretário e tesoureira os confrades Manuel Gouveia, João Teixeira e António Pereira.